Pênalti!!!
Não acredito. Quarenta e quatro do segundo tempo, o juiz marca pênalti contra a gente? Com o estádio lotado a nosso favor? Com zero a zero no placar e a gente só precisando do empate? Foi tão rápido que nem deu pra ver se foi pênalti mesmo. Mas o juiz marcou.
Bola na marca da cal. Bato palmas, abro os braços e fito fixamente (ops!) a bola. Silêncio total no estádio, antes incrivelmente ruidoso. O juiz autoriza a cobrança. O adversário “enche o pé” mandando a bola à meia altura, à minha esquerda. Vôo em direção à ela. Tudo parece se passar em “slow motion”, câmera lenta, sei lá. Vôo. Braços estendidos no limite do possível. Mãos abertas buscando a bola que vai passar. Metros, decímetros, centímetros... vou alcançá-la!
Abro os olhos. Um quarto de hospital. Meus parentes e amigos me cercam aflitos e em silêncio.
- Você desmaiou logo após o pênalti – alguém diz.
- Defendi? – pergunto.
Entreolham-se. Ninguém responde.
O quê? Depois de cinco anos e meio de luta para chegar à final e contra o mesmo adversário que me derrotou no ano passado, jogando pelo empate depois de vencer a primeira partida, ninguém me diz se defendi ou não aquele pênalti!
- Ha ha ha ha ha ha ha!!! (gargalhada maligna de filme de terror)
A Sádica, técnica do adversário, entra no quarto exibindo seus temíveis olhos azuis e seu inconfundível sorriso sádico.
- Sexta-feira, à partir das 19 horas, saberás! Antes disso, deves repousar, meu caro. Relaxe! Ha ha ha ha ha ha ha!!! (outra gargalhada maligna de filme de terror)
Agora me digam: como relaxar diante disso?
Maracujá, camomila, massagem tailandesa, etc., aos cuidados de Camilo, por favor. Obrigado.
Não acredito. Quarenta e quatro do segundo tempo, o juiz marca pênalti contra a gente? Com o estádio lotado a nosso favor? Com zero a zero no placar e a gente só precisando do empate? Foi tão rápido que nem deu pra ver se foi pênalti mesmo. Mas o juiz marcou.
Bola na marca da cal. Bato palmas, abro os braços e fito fixamente (ops!) a bola. Silêncio total no estádio, antes incrivelmente ruidoso. O juiz autoriza a cobrança. O adversário “enche o pé” mandando a bola à meia altura, à minha esquerda. Vôo em direção à ela. Tudo parece se passar em “slow motion”, câmera lenta, sei lá. Vôo. Braços estendidos no limite do possível. Mãos abertas buscando a bola que vai passar. Metros, decímetros, centímetros... vou alcançá-la!
Abro os olhos. Um quarto de hospital. Meus parentes e amigos me cercam aflitos e em silêncio.
- Você desmaiou logo após o pênalti – alguém diz.
- Defendi? – pergunto.
Entreolham-se. Ninguém responde.
O quê? Depois de cinco anos e meio de luta para chegar à final e contra o mesmo adversário que me derrotou no ano passado, jogando pelo empate depois de vencer a primeira partida, ninguém me diz se defendi ou não aquele pênalti!
- Ha ha ha ha ha ha ha!!! (gargalhada maligna de filme de terror)
A Sádica, técnica do adversário, entra no quarto exibindo seus temíveis olhos azuis e seu inconfundível sorriso sádico.
- Sexta-feira, à partir das 19 horas, saberás! Antes disso, deves repousar, meu caro. Relaxe! Ha ha ha ha ha ha ha!!! (outra gargalhada maligna de filme de terror)
Agora me digam: como relaxar diante disso?
Maracujá, camomila, massagem tailandesa, etc., aos cuidados de Camilo, por favor. Obrigado.
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